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November 16, 2011

Blog sobre Evangelismo


Acaba de nascer um blog muito útil para quem deseja começar a evangelizar ou aperfeiçoar sua forma de evangelismo. O blog reúne vídeos de abordagens evangelísticas, testemunhos e temas teológicos relacionados à evangelização.

O endereço é http://evangelize-agora.blogspot.com/

Visite agora, seja edificado e... evangelize!

November 9, 2011

Família aguarda nascimento do 20º filho


O casal Jim Bob e Michelle Duggar, famoso nos Estados Unidos por sua numerosa família no programa de TV "19 Kids and Counting" ("19 Filhos e Contando"), anunciou nesta terça-feira (8) que aguarda o nascimento de mais um filho.
Michelle, de 45 anos, confirmou sua gravidez com uma mensagem no site oficial da família, e disse que dará à luz em 2012. "Depois do nascimento de Josie (a filha número 19), não sabíamos se poderíamos ter mais", disse ela, que correu risco de vida, assim como sua filha, que nasceu prematura em um quadro de pré-eclâmpsia.
A mulher fez menção ao ocorrido dizendo que "aquela experiência foi uma das mais aterrorizantes" pela qual ela e sua família passaram, mas dá graças a Deus por esse "milagre". 'Há muitos anos, Jim Bob e eu decidimos entregar a Deus este aspecto de nossas vidas, e cada um de nossos filhos está agradecido por estar aqui. Nosso objetivo é ensiná-los a amar Deus e servir ao próximo', disse.
O casal, que vive no estado de Arkansas e teve há dois anos seu primeiro neto, garante jamais ter utilizado métodos anticoncepcionais. Autodenominados "cristãos conservadores", Jim Bob e Michelle têm filhos em idades compreendidas entre 23 e 2 anos, todos com nomes iniciados pela letra "J".
O casal explicou em seu site que a Bíblia os guia diariamente, e que o livro sagrado dos cristãos "contém todas as respostas para as perguntas sobre a vida", como, por exemplo, a procriação.
"Confiamos que o público sabe que somos pessoas normais, com nossas fragilidades e imperfeições individuais, mas servimos a um Deus extraordinário que se compadece ao demonstrar seu poder", disseram os Duggar.

November 7, 2011

Como eu posso abençoar o meu pastor - John Piper

John Piper

Conduza alguém a Cristo. Viva uma vida santa. Não perca a sua fé quando você adquirir um câncer. Leve seu filhos a amar a Cristo. Faça algo radical para as Missões.
O ponto comum em tudo isto é você provar com a sua vida que a minha não foi em vão.

Não me dê um Rolls-Royce quando eu fizer 60 anos. Minha vida teria sido em vão se você pensasse que me abençoaria dando-me um grande presente material quando eu fizesse 60 anos. Eu quero ver que a sua vida mudou. Eu quero ver sua vida derramada em favor dos outros. E eu tenho certeza de que é isto que você está me perguntando.

Eu vou a reuniões de oração e ouço minhas ovelhas orarem e eu digo: "É para isto que eu vivo". Eles estão se segurando em Jesus. A vida deles está caindo aos pedaços por aqui, mas eles não abandonam o Senhor. Eles se alegram Nele. Ouço um homem contar como ele tem compartilhado a Cristo no seu trabalho...
 
São estas as coisas que fazem um pastor suportar qualquer coisa.

November 2, 2011

O Palhaço e o Profeta


Hermisten M.P. Costa

Certa vez, um circo se instalou próximo de uma cidadezinha dinamarquesa. Este circo pegou fogo. O proprietário do circo vendo o perigo do fogo se alastrar e atingir a cidade mandou o palhaço, que já estava vestido a caráter, pedir ajuda naquela cidade a fim de apagar o fogo, falando do perigo iminente. Mas, inútil foi todo o esforço do palhaço para convencer os seus ouvintes. Os aldeões riam e aplaudiam o palhaço entendendo ser esta uma brilhante estratégia para fazê-los participar do espetáculo... Quanto mais o palhaço falava, gritava e chorava, insistindo em seu apelo, mais o povo ria e aplaudia... O fogo se propagou pelo campo seco, atingiu a cidade e esta foi destruída. (1)
De forma semelhante, temos nós muitas vezes apresentado uma mensagem incompreensível aos nossos ouvintes, talvez porque ela também seja incompreensível a nós. As pessoas se acostumaram a nos ouvir brincar tanto com as coisas sagradas, que não conseguem descobrir o sagrado em nossas brincadeiras. Alguns de nós pregam como se estivessem no picadeiro. Por outro lado, nossos ouvintes, por não perceberem a diferença entre o palhaço e profeta, reforçam este comportamento mutante através de um aplauso até mesmo literal. Deste modo, a profecia (pregação) torna-se motivo de simples gostar ou não gostar e o circo perde um de seus talentosos componentes. Assim, sem nos darmos conta, estamos compactuando com a indiferença de nossos ouvintes, que, de certa forma, estão “cansados” da palavra “Evangelho”, sem que na realidade, nunca tenham sido ensinados a respeito do Evangelho de Cristo. A avaliação da mensagem pregada fica restrita ao gostar ou não do ouvinte. Se gostei foi boa, se não, é ruim. Criamos uma categoria arbitrária do que de fato é verdadeiro ou não a partir do gosto, como se este também não fosse afetado pelas consequências do pecado. Na realidade, o gostar ou não deve estar subordinado ao exame das Escrituras (At 17.11). Procedendo assim, descobriremos, para surpresa nossa, o quão o nosso gosto pode ser pecaminoso e inconsequente.
O Evangelho é uma mensagem acerca de Deus – da Sua Glória e de Seus atos salvadores –, acerca do homem – do seu pecado e miséria –, acerca da salvação e da condenação condicionada à submissão ou não a Cristo como Senhor de sua vida. Esta mensagem que envolve uma decisão na História, ultrapassa a História, visto ter valor eterno. Portanto, não podemos brincar com ela, não podemos fazer testes: estamos falando de vida e morte eternas (Jo 3.16-18).
Parece-me correto o comentário de Vincent quando diz que “A demanda gera o suprimento. Os ouvintes convidam e moldam os seus próprios pregadores. Se as pessoas desejam um bezerro para adorar, o ministro que fabrica bezerros logo é encontrado.” (2) É preciso atenção redobrada para não cairmos nesta armadilha já que não é difícil confundir os efeitos de uma mensagem com o conteúdo do que anunciamos: a pregação deve ser avaliada pelo seu conteúdo; não pelos seus supostos resultados. Esse assunto está ligado à vertente relacionada ao crescimento de igreja. Iain Murray está correto ao afirmar: “O crescimento espiritual na graça de Cristo vem em primeiro lugar. Onde esse crescimento é menosprezado em troca da busca de resultados, pode haver sucesso, mas será de pouca duração e, no final, diminuirá a eficácia genuína da Igreja. A dependência de número de membros ou a preocupação com números frequentemente tem se confirmado como uma armadilha para a igreja.” (3)
Devemos nos lembrar de que o pregador não “compartilha” opiniões nem dá suas “opiniões” sobre o texto bíblico, nem faz uma paráfrase irreverente do texto, antes, ele prega a Palavra. O seu objetivo é expressar o que Deus disse através de Seus servos. Pregar é explicar e aplicar a Palavra aos nossos ouvintes. O aval de Deus não é sobre nossas teorias e escolhas, muito menos sobre a “graça” de nossas piadas, mas sobre a Sua Palavra. Portanto, o pregador prega o texto, de onde provém a verdade de Deus para o Seu povo.
 O púlpito não é o lugar para se exercitar as opiniões pessoais e subjetivas, mas sim, para pregar a Palavra, anunciando todo o desígnio de Deus, sob a iluminação do Espírito. Alexander R. Vinet (1797-1847) definiu bem a pregação, ao dizer ser ela “a explicação da Palavra de Deus, a exposição das verdades cristãs, e a aplicação dessas verdades ao nosso rebanho.” (4) Sem a Palavra, o púlpito torna-se um lugar que no máximo serve como terapia para aliviar as tensões de um auditório cansado e ansioso em busca de alívio para as suas necessidades mais imediatamente percebidas. Ele pode conseguir o alívio do sintoma, mas não a cura para as suas reais necessidades.
 Albert Martin apresenta uma crítica pertinente; ele diz: “O esforço desnatural de certos pregadores para serem ‘contadores de piadas’, entre a nossa gente, constitui uma tendência que precisa acabar. A transição de um palhaço para um profeta é uma metamorfose extremamente difícil.” (5)
(...)
Imaginem um jovem entre centenas de outros, ansiosamente procurando seu nome nas listas afixadas nas paredes na universidade a fim de saber se foi aprovado ou não no vestibular. De repente surge um amigo com um sorriso largo e com os braços abertos, dizendo: “parabéns, você foi aprovado”. O jovem dá-lhe um abraço apertado, pula, grita, ri, chora, comemora... Depois de alguns minutos de euforia, aquele “amigo” diz: “É brincadeira; seu nome não consta entre os aprovados”. Se você fosse aquele vestibulando, como reagiria? Pense nisto: Se você corretamente não admite brincadeiras com coisas sérias, o Evangelho, que envolve vida e morte eternas seria passível de brincadeiras, de gracejos? A pregação é assunto para profetas, não para palhaços. Pensemos nisso.

Rev. Hermisten Maia Pereira da Costa é professor de Teologia Sistemática e Teologia Contemporânea do Seminário Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição e integra a equipe de pastores da Igreja Presbiteriana de São Bernardo do Campo.

Notas:
(1) Esta parábola é contada por Kierkegaard (1813-1855) e aplicada nas obras de Harvey Cox, (A Cidade do Homem2ª ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1971, p. 270) e J. Ratzinger (Introdução ao Cristianismo, São Paulo, Herder, 1970, p. 7-8). Todavia a aplicação que ambos fazem é divergente entre si. E a que faço é diferente da de ambos.
(2) Marvin R. Vincent, Word Studies in the New Testament, Peabody, MA., Hendrickson Publishers, [s.d.], Vol. 4, (2Tm 4.3), p. 321.
(3) Iain Murray, A Igreja: Crescimento e Sucesso: In: Fé para Hoje, São José dos Campos, SP., Fiel, nº 6, 2000, p. 27.
(4) A.R. Vinet, Pastoral Theology: or, The Theory of the Evangelical Ministry,2ª ed. New York, Ivison, Blakeman, Taylor & Co. 1874, p. 189.
(5) Albert N. Martin, O Que há de Errado com a Pregação de Hoje?, São Paulo, Fiel, (s.d.), p. 23.

September 3, 2011

Diálogo fictício, mas baseado em fatos bem reais!


Um homem e uma mulher, que não se conhecem, em uma clínica de pediatria, aguardando para passarem seus filhos em consulta. A mulher puxa assunto com o homem, perguntando sobre seu filho e o homem retribui a gentileza, perguntando:

− E ele... é o seu primeiro filho?
− Primeiro e único, diz a mãe resolutamente e com um tom de alívio.
− Ah, que triste... Você não pode ter mais filhos..., supõe o homem. 
− O quê? indignada responde a mulher, é claro que eu posso! É que eu não quero ter mesmo!
− Mas não quer? Por que não?
− Ah... filho dá muito trabalho, desabafa a mulher enquanto cruza os braços e se ajeita no banco.
− Mas o seu filho só tem um ano e já deu tudo isso de trabalho? questiona o homem, curioso.
− Não, veja bem... meu filho é muito bonzinho, mas filho dá trabalho, sabe como é... E ter filho é muito caro.
− Ah, entendo, diz o homem, vocês são muito pobres...
− O quê? Que absurdo? Quem você pensa que é para me dizer isso? vocifera a mulher, ajeitando-se de novo no banco.
− Desculpe, é que eu pensei que vocês fossem muito pobres, abaixo da linha da pobreza. Meu pais também eram pobres, mas criaram 3 filhos.
− Ah... mas os tempos são outros, meu senhor! Quem é que consegue bancar escola, roupas, e tudo o que um filho precisa hoje? questiona a mulher, indignada.
− Ora, depende do nível que você quer, responde o homem.
− Como assim, nível? 
− Por exemplo: você. Na sua época, você estudou em escola particular?
− Não, responde a mulher. Estudei no Estado.
− Seus pais vestiam você com roupas caras?
− Não.
− Na sua casa seus pais compravam coisas luxuosas? Por exemplo, o último lançamento de uma TV ou de uma geladeira?
− Não. Meus pais eram pessoas bem simples.
− E você foi filha única?
− Não. Eu tive dois irmãos.
− Então, por que é tão difícil ter mais filhos hoje?
− Ah, não sei. Acho que tudo está mais caro hoje..., responde a mulher olhando para o nada em busca de uma resposta.
− Mas hoje não há mais variedade de produtos e serviços do que em nossa época, aumentando a concorrência e diminuindo, por conseqüência, os preços? Será que a causa real de as pessoas não quererem ter mais filhos não estaria em um almejado conforto a todo o custo, que os pais desta geração querem dar a seus filhos?
− Como assim? Eu não entendi, diz a mulher.
− Deixa eu ser mais claro. Tem pais hoje optando em ter apenas um filho para cercá-lo do bom e do melhor: o melhor colégio, as melhores roupas, as novidades da tecnologia, o melhor carro na garagem... Como se tudo isso trouxesse felicidade. E assim, com este nível de vida, fica difícil mesmo ter outro filho. Não seria o caso de abaixarmos um pouco o nosso padrão de conforto, ao nível dos nossos pais, por exemplo?
− É faz sentido, pensativa a mulher, mas não é fácil...
− Mas, agora deixa eu perguntar, se anima novamente a mulher.
− E você? Você quer ter quantos filhos?
− Muitos. Se Deus permitir, é claro. Talvez, quatro.
− Quatro!! Você é maluco mesmo! Ah... o que que é isso?! Por quê?
− Bem, filhos são bênçãos de Deus. E... digamos... é bom ir contra o sistema...

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